Mostrando postagens com marcador Turma da Mônica Jovem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Turma da Mônica Jovem. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de novembro de 2009

Eu Odeio Você!!! escrita por magulosa_tmj

Faltava uma fic da Turma da Mônica jovem aqui. Meus ídolos infantis foram transformados em ícones adolescentes idealizados. Claro que isso é uma bomba na mão de autores trash. Quem diria que um dia as meninas sentiriam tesão pelo Cebolinha?

Eu Odeio Você!!! escrita por magulosa_tmj

Sinopse: Depois de muito lutar contra, [Mort: Contra o que?] [D: Gaspar.] (Nate: Alfredo.) Cebola resolve declarar a Mônica. [Mort: Alguém lembra das cenas impossíveis nas revistinhas dos anos 90?] (Nate: Vagamente.) Mas parece que a dentuça tem um amor. [Mort: A Mônica virou uma gorda furry que se veste de coelha em convenções de losers. - Isso sim que daria uma boa história.] [D: O amor da Mônica é o Sansão.] (Nate: E ninguém sabia disso?) Um "desconhecido da turminha" surge para domar a dentuça. [Mort: "Para comê-la direito."] [D: Indeed.] (Nate: Sexo seguro?) Sem aceitar que foi esquecido, Cebola declara abertamente guerra contra Mônica. [Mort: Emo.] [D: Cebolinha já é feio. Cebola, então..] (Nate: No coments.) No fogo cruzado [Mort: Metáforas de guerra para relacionamentos é tão... trash!] [D: É a juventude desse país culto. -ironia] (Nate: Posso ir dormir?) estão os namorados Magali e Cascão que após seis meses de "paraíso" [Mort: A Magali não namorava o Quinzinho, filho do padeiro?] [D: Pensei que o paraíso fosse mais limpo..] (Nate: Fomos enganados?) começam a lidar com a rotina do namoro. [Mort: Cascão começando a broxar aos 15 anos de idade.] (Nate: LOL) E um antigo amor vem atormentar Magali. [Mort: A volta do filho do padeiro! 8D] [D: É um filme de terror? D:] (Nate: Zumbis.) Carmem apesar de estar bem com o namorado sofre em relação aos pais. [Mort: Nada como a adolescência para trazer a história personagens "tapa-buraco" das revistinhas antigas.] [D: Né?] (Nate: A-DO-RO! /ironia) Dorinha também sofre, esta com dificuldades de lidar com sua deficiencia visual. [Mort: Personagem politicamente correto transformado em "drama pronto".] [D: Por que só agora com dificuldades?] (Nate: Fail.) Denise acha um principe que vira sapo. [Mort: Huhuhu, como você é hilária! D8] [D: A Princesa e o Sapo só vai estreiar dia 12, amor.] (Nate: Cuma?) Titi começa a perceber que a vida não é apenas diversão [Mort: Vai trabalhar de chapeiro no McDonalds.] [D: E ir à falência.] (Nate: Morrer atropelado por um caminhão não seria muito bacana... eu acho.) e Marina que nem todo conto de fadas é para sempre. [Mort: Marina não era a menina desenhista avoada?] [D: Não entendi essa frase. "e Marina que nem todo", quê?!] (Nate: WTF?) Paralelo a isso [Mort: Então não tem nada a ver com nenhum dos personagens citados, certo?] [D: Amém!] (Nate: Doim?) uma turma chega no bairro para esquentar mais o clima [Mort: Pelo menos não é crossover com Twilight.] [D: Talvez seja. Ou então pegaram a Molecada da Rua de Baixo da Turma do Bairro, ou então talvez a TRUB de Disney Cruj.] (Nate: Hein?) e a galera se envolve com um bando de deliquentes. [Mort: Bando de drogados, cheiradores de gatinho.] [D: Coitado do Mingau!] (Nate: Pô, ele é o melhor personagem!)

Não entendeu? [Mort: Na verdade... não.] [D: Era pra entender?] (Nate: What?)

Então entre e acompanhe [Mort: Prefiro evitar a fadiga.] [D: +1] (Nate: +2) uma comédia romantica [Mort: Trash. Aliás, o certo é "romântica".] (Nate: Epic Fail.) com pitadas de suspense e ação!!! [Mort: Novela adolescente.] [D: Novela adolescente era Chiquititas. Acredito que haja outra definição para isto.] (Nate: Carrossel era mara. Melhor que isso, pelo menos.) O dia-a-dia de uma turma de amigos jovem. [Mort: "Jovens" D8] (Nate: Damn.)

Capítulo 1

Vila Abobrinha [Mort: Ou seja, qualquer lugar aleatório] [D: So damn funny! -n] (Nate: -q), fevereiro de 2010. [Mort: Back to the Future 8D] (Nate: Eu assisti esses dias...)

A grande área verde era ocupada por um enorme trator que estava parado há algumas horas. [Mort: Imaginei um trator do tamanho de um campo de futebol.] [D: Como pode?!] (Nate: Pura mágica.) O condutor cochilava no comando [Mort: E eu cochilo na leitura dessa fic.] [D: Motorista seria melhor, sabe?] (Nate: Cochilei.) enquanto uma grande discussão se desenrolava em volta do veículo. [Mort: "Era a competição de correr em volta do trator".] [D: A Maratona da Vila Abobrinha!] (Nate: "Lombardi morreu, vocês sabiam?") Dois jovens de 18 anos. [Mort: Sexo gay?] (Nate: Sexo selvagem.) Um loirinho [Mort: Ui.] [D: Vide Naruto.] (Nate: Não era o... esquece.) de olhos claros e pele alva. Vestia-se como um “mauricinho country” [Mort: "mauricinho country" é realmente um pleonasmo...] [D: Olha só, não devia ter um ponto ali.], com direito a chapéu de cowboy e botas, tinha uma postura empertigada. [Mort: "ê, cowboy viado!] [D: Meio óbvio, já que era um cowboy, não?] O outro era bem mais humilde. [Mort: "O outro era pobre."] [D: "Um mendigo qualquer".] Uma calça jeans velha, uma regata tão velha quanto à calça e uma blusa de botão aberta, esgarçada. [Mort: Quase um grunge...] [D: Esgarçada? Não tenho certeza se essa palavra existe D:] Um boné vermelho desbotado [Mort: "Com a estrela do PT estampada."] [D: Começou a apelar pra Hora do Recreio.] e chinelo de dedo arrematavam seu visual. [Mort: Interessante que roupa é tudo que a autora tem para diferenciar a classe social dos personagens. Mais interessante é ela descrever todos os detalhes da roupa... Não bastava dizer que eram surradas?] [D: Ela quer preencher o espaço vazio, senão a fic teria menos de 100 palavras e a pobre autora não ganharia seus pontinhos de experiência.] Os cabelos eram negros, assim como os olhos a pele queimada de sol [Mort: A pela era negra como os olhos e os cabelos? Ou faltou uma vírgula, afinal negros são proibidos em fics? (Sinto muito, mas alguém aqui já viu personagens negros em fanfics?)] [D: Crepúsculo não poderia ser tomado como exemplo? Stephenie Meyer adotou seus transformistas como a classe inferior aos humanos e olha só que mara: todos são negros ou mulatos! :D] e as mãos cheias de calos denunciavam que [Mort: Frase super mal construída, viu?] [D: "Ele batia demais."] era um trabalhador da roça. [Mort: MST.] [D: Onde está o Chico Bento?] Mesmo sofrido não deixava de ser bonito. [Mort: Espero que vocês lembrem que o Chico Bento tem nariz de tomate e é dentuço.] [D: É ele mesmo? :O] Encaravam-se com verdadeiro ódio. [Mort: Briga de foice!] [D: Hein? Acho que fiquei tão distraído com as roupas que nem percebi o que se passava.]

Próximo deles uma equipe de TV registrava a batalha entre Genésinho, filho de um dos maiores fazendeiros da região, contra um jovem trabalhador rural, [Mort: "Eles estavam disputando o que quer que fosse em um campeonato de cuspe. Para ganhar tinha que fazer a saliva passar por cima do trator e cair em um círculo desenhado no chão"] [D: "No entanto, como o trator ocupava toda a área verde, os dois decidiram fazer uma maratona. Aquele que conseguisse dar dez voltas em volta do tratos ganharia."] muito conhecido na região. [Mort: Todo mundo se conhece no interior.] [D: Nem imagino o porquê.] Vários trabalhadores e moradores locais acompanhavam a disputa. [Mort: Latifundiário branco x Pardo homem-da-terra! Conflito do século! 8D E também uma tentativa de dar profundidade social a uma novelinha trash, do tipo a MTV falando de gravidez na adolescência, ou o elenco de Malhação ajudando algum pobre-coitado.] [D: Ou elenco de Twilight em evento beneficente.]

-Então você não sai de jeito nenhum rapaz, é uma ameaça? – Perguntou o repórter ao trabalhador. [Mort: É Chico, quem mandou cabular aula...] [D: Que repórter bem articulado, né?]

-Ameaça não! É justiça! Eu só saio daqui quando o Genésim assinar os papér comprovando que vai repranta as arvore dirrubada [Mort: Até parece, o Chico é roceiro e também contribui com o desmatamento.] [D: Mas ele faz tudo em prol de seus serviços, não é mesmo? -n] e paga os trabaiador que tem família pra sustenta [Mort: "Os solteiros não precisa pagar não!"] , do contrário só saio daqui morto!!!! [Mort: Escrever em caipirês, eis a questão.] – Olha [Mort: Até agora o tempo verbal da fic era no passado, neah?] para a câmera, decidido. – E quem afirma isso é Francisco Bento!!! [Mort: Futuro presidente do Brasir.] [D: Quem é esse? 8D]

Uma salva de palmas e assovios explode entre a multidão que torce claramente para o roceiro. [Mort: "para o caipira."] [D: Eu não deixo de sentir uma leve pitada de preconceito aqui...]

[Mort: Segue-se um enorme espaço em branco com "XXXXXXXXXXXXXXX" no meio.] [D: São cenas censuradas da orgia que aconteceu em seguida. O discurso do "roceiro" foi muito tocante, entendem?]

No bar do Nhô Zico, um garoto de idade semelhante a Chico [Mort: Nhô Zico tinha a idade semelhante a Chico, ou temos aí um bêbado juvenil?] [D: Nhô Zico é o dono do bar com 18 anos de idade? Manow, que vício em álcool!] assiste a reportagem na TV. [Mort: Ô preguiça de ir lá ajudar o amigo, hein?] O violão essencial [Mort: "Violão Essencial Volume 2 - Hits da Roça! Garanta já o seu!"] [D: "Quê que cê foi fazê lá nu matu Maria Xiquinhá?!"] esta [Mort: É, o tempo verbal da fic continua duvidoso, assim como o gosto da autora.] em seu colo. E as três garotas, também inseparáveis estão ao seu lado. [Mort: Sabe como é... Elas eram irmãs xipófogas.] [D: E de onde essas siamesas saíram mesmo?] Comenta em voz alta, [Mort: Quem comenta?] [D: É surpresa!] após o fim da matéria.

-Ará que o Chico tá ficando é famoso... [Mort: Inveja, hein?] [D: Toda população do Acre só fala dele!]

-Mas eu prefiro ainda ocê, Zé da Roça... [Mort: Sim, concurso de beleza é o ponto mais importante da situação.] [D: Imagem é tudo! (Daphne Blake em Scooby Doo 2)] – Diz uma das meninas enquanto alisa seu ombro e conquistando um sorriso do menino. [Mort: Aposto que as outras duas vão falar a mesma coisa...] [D: Vão é cair de boca..]

- Eu também Zé... – Disse a garota ruivinha, cheia de sardas... [Mort: Qual o motivo de terminar com reticências? Será a autora dando sinais de autismo?] [D: Eu disse em outra ripagem que tudo sempre termina em sexo!]

-E eu então... – Completa a loirinha. [Mort: Corram para as montanhas, as mary-sue estão vindo!] [D: Estão vindo ainda? Pensei que já tivessem chegado.]

Zé da Roça tinha virado um jovem bem apanhado. [Mort: "Ele apanhava de todos, todo dia."] [D: "Principalmente da bebida."] Os cabelos castanho escuro, ondulados que batiam na altura de seu nariz estava escondido no chapéu. [Mort: O nariz estava escondido no chapéu? O.o] [D: Gente, que roupas estranhas!] A barba por fazer contrariava com um sorriso bem moleque, [Mort: Tem cara do típico rapaz que engravida a namorada e então muda de cidade.] [D: Barba contrariava? Não vejo sentido nisto.] que merecia suspiro das garotas. [Mort: "Mas ele gostava mesmo é das porquinhas do rancho."] [D: "Ah! Como era boa aquela sensação de deitar ao lado delas, acariciar-lhes as mamas. Aquela sensação gostosa de roçar em seus focinhos, envolver-lhes, rolando juntos, naquele chiqueiro que havia se tornado seu paraíso."]

Zé da Roça – O Zé, tá me iscutando? – [Mort: ?] Perguntou a um menino que estava em um canto. O rosto era coberto pelo monitor do computador, um dos poucos da Vila Abobrinha. [Mort: Esse deve ser aquele computador do programa de inclusão digital. Cuidado, é daqui que saem as pérolas do orkut.] Como não obteve nenhuma resposta arrancou o chapéu da cabeça e atacou [Mort: "Tacou"] [D: O chapéu tinha vida, não entendeu?]em sua direção. [Mort: De quem?] [D: Dele mesmo!] O menino toma [Mort: "tomou", por favor, atenha-se ao passado.] um susto toa [Mort: "tão" - Use o corretor ortográfico de seu editor de textos!] [D: Que tragédia..] grande que cai da cadeira arrancando risada das garotas. [Mort: Uh, que hilário. ¬_¬] Uma expressão nada amigável surge no rosto do menino que é tomado por sardas e espinhas. [Mort: O feio da história.] [D: Na verdade, após ser atacado, seu rosto é "tomado" por sardas e espinhas. Antes disso, seu rosto era completamente liso.] Os cabelos loiros como sempre estão despenteados. [Mort: Mais um caipira grunge.] [D: *som de balada*]

- Qui é diacho?! – Perguntou irritado enquanto ajeitava uma das alças de seu inseparável macacão jeans. [Mort: Esse é redneck. Loiro e de macacão, provavelmente veio do Texas.] [D: Cansei. Parei por aqui.] – Num se pode navegar em paz?

Zé da Roça – Acorda Zé Lelê!!! – Irritado. - Eu falando com ocê e ocê com a cara enfiada nesse troço!!! Desliga logo essa porqueira e vamo insaia!!! [Mort: WTF?]

Zé Lelê – Arranca então as maritaca daí que eu insaio!!! [Mort: "Fico sem graça de cantar na frente das muié. Só canto se for para as cabritas!"]

As três garotas se levantaram irritadas. [Mort: Pessoal se ofende fácil.]

- Ará, num vim até aqui pra ser ofendida!!! – Empurra Zé [Mort: Qual deles?] que cai sentado novamente e levanta como se tivesse uma mola. A garota sai. [Mort: Já sei! É um roteiro de teatro. - O estranho é que a autora avisa quando os "Zés" falam, mas não quando são as meninas. Ficaria menos óbvio que isso está mal escrito pra cacete se coloca-se "menina 1" (ou não).]

- Indá mais pra um casca grossa feito esse aí – Diz a segunda garota repetindo o gesto da primeira, sai, Zé Lelê levanta mais uma vez. [Mort: Ahn?]

- A próxima vez que percura parceiro de dupla Zé da Roça vê se saí do currar!!! – Empurra e também toma o caminho da rua deixando o garoto loirinho confuso. [Mort: Bom, ele é "lelé", afinal... Se bem que suponho que a autora não entenda isso.]

Zé Lelê – Currar?! – Olha para Zé da Roça. – Ela chamo minha pessoa de jumento? [Mort: Pode ter sido de porquinho, bode, cavalo... ou eleitor fantoche. Tudo depende do curral.]

- Tamém não precisa ofende né?!! – Grita em direção aruá [Mort: O que é "aruá"?] , percebe a chateação do outro. Nunca fazia sucesso com as garotas. – Esquece elas Zé, vamo vortá a insaia!!!! – Passa o violão para as mãos do outro e começam a dedilhar os primeiros acordes de alguma moda de viola. [Mort: Passo. Ainda bem que não tem efeito sonoro]

[Mort: Seguia-se aqui mais um espaço enorme que foi apagado por conveniência.]

-Dez para as cinco, garoto insuportável!!! – Marina [Mort: A artista da turma foi transformada em uma patricinha. Eu odeio autores trash!] responde enquanto confere pela milésima vez o horário no relógio. [Mort: Duvido que ela realmente tenha olhado o relógio mil vezes.] Passava um pano nas mesas do Bardoka. [Mort: Bom, pelo menos isso é fato: se você seguir carreira artística não vai ir além de atendente de bar.] Cebola na mesa ao lado estava impaciente. [Mort: "O traficante não tinha aparecido hoje."]

- A Mônica sabe que a biblioteca fecha ás 16h30... Ela semple foi lesponsavél com essa coisa de holálio. Tinha que pegar os livlos pla pesquisa e ela que tá com os nomes... Tem celteza que são dez pla cinco? [Mort: Com essa idade o cara ainda fala que nem um bebê? Que feio, hein Cebola?]

Marina – Se me perguntar mais uma vez te jogo no forno!!!! [Mort: Que feio essa coisa de narrar que nem teatro. Isso estraga qualquer fic.]

Cebola (Irritado) - Ê esquentadinha... Vou leclamar com o Quinzo... – Marina joga o olhar para o teto e conta até quinhentos [Mort: Mais exageros numéricos.] para não partir pra ignorância. Olha para a entrada do bar. – E a Mônica que não chega... Eu malquei com ela... [Mort: Sabe que reticências é bem coisa de adolescente? Por causa de jogos como Final Fantasy, ficam achando que "..." tem algum tipo de profundidade, expressando angústia e introspecção. Quando, se não for falta de ar ou uma frase interrompida, é indício de retardo mental.]

Marina – Ás 16h e você já esta esperando aí há quase uma hora e ela ainda não chegou... Você já falou isso... – Quase enforcando Cebola. Solta um sorriso bem falso. – Fofinho... Liga para o celular dela... [Mort: Realmente não esperava isso da Marina.]

Cebola – Pela nona vez? [Mort: Quem diria, Cebolinha virou um creep da Mônica.]

Marina – Quem sabe você dá sorte!!! – Mesmo contrariado Cebola começa a discar o número da dentuça e reconhece o toque do celular dela. Mônica entrava no bar, acompanhada de um menino que desconheciam. [Mort: FAIL.]

Mônica (Tranquila) – E aí povo, belê?! [Mort: "Aê, mano? Tudo joinha? *Boça mode on*]

Cebola (Puto) [Mort: Peculiar.] – Belê? Isso são holas?! Esqueceu que a gente tem um tlabalho mostlo [Mort: Putz, falar assim é bem mais dificíl que pronúnciar o "r".] de ciências pla fazer e que você malcou de me ajudar á pesquisa na biblioteca e... [Mort: "Te vira aí, meu!"]

Mônica – Calma, pra sua informação queridinho [Mort: Mônica também virou uma patricinha panaca.] eu já pesquisei tudo. Junto com o Flavinho. [Mort: "E dei pra ele também".]

Cebola encara o desconhecido. [Mort: Como desconhecido? Nas revistinhas antigas direto aparecia algum Fabinho, Flavinho, Conrado e outros bostinhas do tipo. Se bem que nessa época a autora devia usar fraldas ainda.]

Mônica – Esse é o Flavinho, ele é lá do grupo de teatro [Mort: Ih, é gay.] que eu to fazendo. [Mort: Essa Mônica cheia de girias e falsidade está muito boçal, hein.]

Flavinho estende a mão ao garoto que não corresponde. [Mort: "Ei, você está comendo minha pseudo-namorada e ainda por cima é um Ben Stu aleatório."]

Flavinho- Você deve ser o Cebolinha... [Mort: "Cara, eu lia todos seus gibis! Dá aí um autógrafo! 8D"]

Cebola – Cebola... [Mort: FAIL nas indicações de quem tá falando. A autora deve pensar que os leitores são burros que nem ela.]– A Mônica. [Mort: Isso foi uma fala ou indicação?] – Vem cá, já que você alanjou um amiguinho e lesolveu pesquisar tudo sozinha polque não desmalcou?! [Mort: "Porque você me ofendia quando eramos crianças e porque virei uma putona agora."] Eu to a uma hola aqui... [Mort: "Sério? Puxa... Se fodeu!"]

Marina – É verdade... Quase rego esse menino pensando que ele fosse uma arvore... [Mort: Inútil. Aliás.. Meio estranho se encontrar em um bar para ir fazer um trabalho.]

Mônica - Aí foi mal Cebola... É que a gente pesquisou junto, ficamos conversando [Mort: "Fazendo sexo fantasiados de coelinhos."] e perdemos a hora...

- Você anda peldendo a hola demais... – Joga uma nota de cinco na mesa. [Mort: Cebolinha tomando cachaças... É, os tempos mudaram.] – Pode fica com o tloco, Malina... [Mort: "Oba, me dei bem!"] – Sai do Bardoka explodindo de raiva. Flavinho fica claramente constrangido. Mônica não perde a pose e se acomoda em uma das mesas com o menino. [Mort: ZzzZzzZZ]

- Deixa ele pra lá... Você tem que tomar um dos sucos daqui... [Mort: Sei. Suco de cana, de cevada...] – Em direção ao balcão. – Marina, trás o cardápio!!! [Mort: "Vem aqui buscar, sua vaca!" - Aliás, na Malhação não tinha um bar onde alguns alunos trabalhavam para pagar a escola de burguês?]

[Mort: Segue o terceiro espaço enorme com uma fileira de X no meio. Será algum tipo de vírus alienígena?]

Contra sua vontade, Genésinho, puxou a caneta da mão do repórter. Fez um rabisco embaixo das cláusulas do contrato. [Mort: De onde veio esse contrato?] Ainda emburrado entregou o papel nas mãos de Chico Bento que conferiu a assinatura, [Mort: "Pediu para alguém ler o que estava escrito ali."] logo abriu um largo sorriso. [Mort: "Agora toda sua grana é minha, quem mandou não ler as letras pequenas!"]

- Satisfeito? [Mort: "Não. Chupa aí."]

Chico – Satisfeitíssimo!!!! [Mort: Sem comentários.] – Vira-se ao multidão de trabalhadores e avisa. - OCÊS FIQUEM SOSSEGADO QUE VAI SAIR O ORDENADO DE TODO MUNDO E NENHUMA ARVORE VAI SER DIRRUBADA!!!!!! [Mort: Obviamente estavam mais preocupadas com o primeira que o segunda problema.]

- ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! [Mort: Que merda.] – A multidão explode em um grito de alegria o câmera da TV não perde. Chico logo é carregado nos ombros de alguns trabalhadores e jogado para o alto. [Mort: Fail.]

- Ê VIVA!!!!!!! [Mort: Essa fic bateu todos os recordes de uso de exclamação.] – Puxa um dos roceiros.

-VIVAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!! – Acompanham os outros. – CHICO BENTO, CHICO BENTO!!! [Mort: Aliás, interessante que a galera apoiava o Chico, mas só ficou vendo a confusão e não fez nada para ajudar. Solidariedade camponesa.]

Genésinho é esquecido pela TV que acompanha a “carreata” que leva Chico em direção ao centro da cidade no ombros. O fazendeiro de braços cruzados comenta com um de seus capatazes. [Mort: Comportamento típico de marginais e vilõezinhos em geral.]

- Deixa estar... Tenho que arrumar um jeito de tirar logo esse molambo do meu caminho... [Mort: "Mamãe, hei de me vingar!"]

Capataz – Se quiser eu dou meu jeito patrão... – Disse insinuando o revolver que sempre andava preso em sua cintura. [Mort: Eu ri.]

Genésinho – Não... Sem violência nesse caso... Deixa que eu mesmo dou meu jeito... [Mort: Vai dar para o Chico, tirar fotos e por no 'kut?]



E então gostaram? [Mort: Não, achei uma bosta.] Comentem se puder!!! [Mort: Não, leia a ripagem. 8D Talvez te ajude, nem que seja para incentivar suicídio.] ( Sim, a autora pentelha voltou) [Mort: *pega uma pá* Tudo bem, a gente manda de volta.] Bjjjjjjjoooooooooooooooooooooooos!!!! [Mort: Vá se f*deeeeeerrrr!]


Sim, caros leitores, nem a Turma da Mônica escapa dos autores trash. Com o detalhe sórdido dos avisos dessa fic: "Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência".

Mauricio de Souza, por que você os deixou crescer?